
Segurança não é fase final.
Ela entra na modelagem do banco, na primeira rota e em cada ferramenta que um agente de IA pode chamar. Abaixo, o que verificamos em todo projeto.
OWASP Top 10
A01
Controle de acesso quebrado
Políticas por linha no banco (RLS), papéis em tabela separada e verificação sempre no servidor — nunca no cliente.
A02
Falhas criptográficas
Segredos exclusivamente no servidor, tráfego em TLS, nenhuma chave privada no bundle do navegador.
A03
Injeção
Consultas parametrizadas, validação por schema em toda entrada e escape correto na renderização.
A04
Design inseguro
Modelagem de ameaça antes da primeira tela: quem acessa o quê e o que jamais pode vazar.
A05
Configuração incorreta
Padrões restritivos, CORS fechado, cabeçalhos de segurança e ambientes separados.
A07
Falhas de autenticação
Sessões gerenciadas, verificação de senha vazada e rotação de token.
A08
Integridade de software
Dependências auditadas, build reprodutível e revisão de mudanças críticas.
A09
Falhas de log
Auditoria das ações sensíveis com log estruturado e alerta em anomalia.
OWASP Top 10 para LLM
Agentes de IA ampliam a superfície de ataque. Tratamos cada ferramenta exposta ao modelo como um endpoint público.
LLM01
Prompt injection
Contexto isolado, entrada do usuário nunca tratada como instrução de sistema.
LLM02
Saída insegura
Resposta do modelo validada antes de virar ação, consulta ou HTML.
LLM06
Exposição de dados
Mascaramento de dados sensíveis antes de qualquer envio ao modelo.
LLM08
Agência excessiva
Ferramentas com escopo mínimo, autorização por chamada e trilha de auditoria.